Arquivo de Setembro, 2004

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Crónica da actuação na recepção ao caloiro de Agronomia – 27-09-2004

28 Setembro 2004

Crónica da actuação na recepção ao caloiro de Agronomia – 27-09-2004

- Concentração marcada para as 19:15 no ISLA e para as 19:45 na Faculdade de Agronomia
- Como sempre temos alguma pontualidade .. ou não!!!
- Dos 15 elementos previsto apareceram 10 + o Sanzé que nem estava previsto . . . bonito!
- bom, por volta das 20 horas lá chegaram os elementos da tuna para ir jantar . . .
- Surpresa temos 2 guias da Tunassa: a Joana e a Inês . . . coitadas! espero que não tenham ficado com muito má impressão nossa . . no fundo somos uns gentlemans
- Fomos para a cantina comer pois a fome já apertava . . . cantina, hum!!! comida de cantina . . . bom há sempre pratos à escolha e é de borla por isso, foi bom :)
- A animação esteve sempre ao nosso cargo, musica, canções, animação!
- Tivemos direito a um garrafão de vinho que o Paulo da AgriculTUNA nos foi levar . . . muito fixe . . hic! :D
- acabado o jantar, fomos afinar instrumentos e aquecer as vozes . . . as nossas guias tiveram direito a serenata e tudo . .. desculpem!!!
- chegada a hora de nos deslocarmos para o Auditório, eis que chega o nosso transporte . . . um tractor com atrelado . . . lindo!
- Viagem de tractor sempre animada pela Tuna, muita musica e animação!!!
- Chegamos ao Auditório, bem isto é que são condições :)
- Barraquinha da cerveja, para alimentar a malta . . .
- Mais uma vez a Tuna animou a zona, até houve uma incursão por algumas musicas duvidosas, tipo excesso?????
- Actuação começa com a Tunassa a dar show . . . grande solista . . .
- a seguir somos nós, afina instrumentos, fazem-se os últimos acertos e ai vamos nós
- Entrada com a instrumental . . . alguns pregos de ritmo principalmente, mas até escapou . . .
- Sala96: teve algumas quebras, principalmente de ritmo
- Perdidamente: Conquistamos a sala . . . saiu muito bem
- Águas do Dão: Perdemos a sala, nunca nenhuma tuna tinha apresentado uma versão a 18 rotações por minuto . . . muito mau, como é possivel termos um ritmo daqueles em palco!!!!
- De porta em Porta: Saiu muito bem, o publico aderiu e acompanhou :)
- Grande Magister a mostrar todas as suas qualidades de pandeireta deu “show” e foi muito aplaudido . . .
- Saida: em grande com aplausos e a cantar . . .
- Saldo: podia ter sido muito mais positivo, a animação e espírito estiveram sempre presentes por parte da tuna mas ficará para sempre marcada a interpretação das Águas do Dão a 18 rotações por minuto . . . muito mau mesmo, do pior que já passei em palco :(

Espero que todos percebam que sem trabalho e dedicação as coisas não podem resultar, e principalmente aos caloiros que têm andado na balda que isto para a semana vai doer . . . e também espero que os elementos da tuna compreendam que as confirmações das idas às actuações servem para sabermos com quem contar e não para ter 5 desistências no dia da actuação!!!

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Crónica da actuação para os Mexicanos – 4 Setembro 2004

9 Setembro 2004

Foi numa manhã chuvosa que a tuna se reuniu junto à Casa dos Bicos (Campo das Cebolas) para iniciar mais uma actuação.
Apesar da hora marcada ter sido às 9:15, como bons portugueses, ainda tivemos que esperar por algumas “donzelas” que demoraram mais a colocar o Rimel . . .

- Por volta das 9:30 – 9:45 iniciamos a nossa subida ao Castelo de São Jorge, subida essa sempre acompanhada de musica e alegria
- às 10 horas e chegados ao Castelo de São Jorge, começa a cair uma carga de água . . . isto prometia . . .
- passados uns minutos aparecem alguns elementos da agência de viagens, que como já tinhamos percebido, ainda não sabiam muito bem como ia ser a actuação . . . sem comentários!
- Chegaram os elementos da AgriculTUNA, aos poucos e fomos todos para dentro do café. Aproveitemos para tirar a foto em conjunto.
- Por volta das 10:30-10:45 foi acordado que as tunas iriam surgir de surpresa em locais pre-destinados para receber os Mexicanos . . . ficamos logo com o primeiro local.
- estando nós à espera dos Mexicanos, aproveitamos para celebrar o ritual de passagem, onde o Matu e o Sandro passaram de Projectos a Caloiros, passagem esta que providenciou um espectáculo extra aos turistas que passavam.
- Chegados os Mexicanos começamos logo bem a tocar o Tostãozinho . . . debaixo de uma chuvada como ainda não tinha havido, o que possibilitou um concerto “privado” entre nós e os Mexicanos num tunel onde aproveitamos e tocamos De Porta em Porta, Águas do Dão e mais uma musica que agora não me lembro . . .
- Continuamos o caminho, quando a chuva permitiu, com uma incursão dos “Oros de Amor que nunca . . .” que foi de imediato acolhida pelos nossos amigos Mexicanos e até tivemos direito a Solista . . .
- Fomos de encontro ao primeiro grupo da AgriculTUNA e deixamo-los a tocar . . . fomos tomar a posição seguinte onde recebemos o segundo grupo e lhes tocamos o “Niegros” . . . um sucesso apesar dos grandes e muitos pregos da tuna
- continuamos o caminho e fomos ter com o segundo grupo da AgriculTUNA, À Porta da Igreja de S. José. Aqui assistimos a um espectáculo muito fixe deles onde tocaram uma musica tradicional Mexicana e Lisboa Antiga . . . tendo nós respondido com o “La Bamba” . . . foi um sucesso, a apartir dai os Mexicanos só queriam que tocassemos o La Bamba!!!!
- Continuamos até aos autocarros onde fomos até ao Bairro Alto onde junto ao Miradouro de S. Catarina acabamos a nossa actuação.
- O autocarro deixou-nos depois no Campo das Cebolas de onde fomos almoçar ao “O Caldas” . . .

- Grande almoço, fomos quase todos (O Mauro não pode ir) e tivemos um almoço à maneira . . . apesar de
estarmos todos de rastos e de ao Pedro lhe “doer a cabecinha . . . toma umas aspirinas que isso passa!”
- Muita animação, conversa, brincadeira e comida . . .estavamos cheios de fome . . .

Este dia foi muito produtivo e positivo, para muitos um novo tipo de actuação, onde o improviso e as condições de rua tornam mais aliciante. Muito cansativo e com uma organização muito fraca da parte de quem nos contratou, o que será claramente compensado com o cheque!

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Crónica da Entrega de Diplomas – 24 Maio 2004

9 Setembro 2004

Actuação de ontem, histórico (para quem não foi):

- Encontro no Américo por volta das 18:30 – 19 horas
- Afinar instrumentos . . . arranque para o Sheraton por volta das 19:15
- Chegamos ao Sheraton . . . e a cerimónia já acabou com direito aos finalistas estarem a abandonar o edificio e tudo . . .
- Sanzé, começa a levar na cabeça . . . era suposto a nossa actuação ser às 20:30 . . .
- Porque nos despachamos, ainda conseguimos tocar para cerca de 20/30 pessoas (já parecemos a estudantina na SAL 2004)
- Acaba a actuação ( que foi animada ) e fomos cumprimentados pelo Sr. Miguel . . .
- Conversa descontraida com Sr. Miguel ao qual damos a entender que temos necessidades . . . de espaço para ensaiar e instrumentos . . . parece haver abertura para conversarmos
- Aviso: quando se está a falar de dinheiros e a tentar pedir algo é escusado aparecerem mais uns 50 gajos a falar sobre a mesma coisa . . . o homem já tinha percebido!
- Tuna come os salgados e todo tipo de comida presente na sala . . . e bebida também
- Combinamos encontrarmo-nos no ISLA, para vermos onde iamos depois . . .
- Os caloiros ficam a jogar à cadeira em frente ao Sheraton . ..
- Os veteranos e tunos presentes fazem uma praxe à maneira, quando a caloirada foi comprar cerveja, os carros que foram até ao Sheraton abandonaram o local, deixando os Caloiros com a oportunidade de demonstrarem o seu espirito e engenho para voltarem ao ISLA.
- Caloiros chegam ao ISLA, mais ou menos uma hora depois . . . contentes e com o espirito certo . . . só achei mau terem retirado da carrinha que lhes deu boleia o serrote do homem . . . mas como ficou com o Américo, menos mal.

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Crónica do Casamento – 22 Maio 2004

9 Setembro 2004

Para quem não pode ir no sábado, deixo aqui o resumo do dia:
- Encontro no Américo com direito a almoço
- O Magalhães chegou e fez um anuncio: “Vou ser pai!”. Claro que deu direito a brinde e comemoração . . .
- Ensaio na AAISLA com direito a serenata
- por volta das 16 horas arrancamos para a tal terrinha . . .
- Paragem na Estação de serviço da A8 (Shell), para o César meter gasolina e o Sanzé mijar ao pé do caixote do lixo
- O Magalhães achou um alicate no motor, o pessoal da Peugeot é porreiro!!(só andava com aquilo no motor à um mês)
- Arrancamos e quase às 17 (17:15) chegamos lá, claro que antes o Magalhães ia tendo o carro do Igor e do Mauro na Mala
- Chegamos lá e começamos a ser controlados por todas as representantes do sexo feminino presentes, não não eram nada de jeito . . .
- Fomos para a arena afinar instrumentos e tirar a foto de grupo! Colocaram-nos numa sala que era uma cervejaria (muito fixe) com comes e bebes (o frango estava mesmo mau, mas os rissóis e os croquetes estavam fixes)
- Afinação de instrumentos e indefinição das horas de actuação
- Finalmente vamos actuar . . . não cabemos no palco, actuamos no chão 2 filas, 4 pandeiretas, 3 microfones, o gajo que faz a apresentação (Magalhães) fica com o unico microfone que não dá para subir . . . apresenta curvado e de microfone na mão
- Começamos a tocar, não saiu muito mal . . . calor infernal de batina . . .
- Pandeiretas começam o espectaculo mas só fazem a 1ª coreografia . . . é pena!
- Instrumental, sala 96, aguas do dão, perdidamente, tostãozinho, momemto de magia, meia noite ao luar, porta em porta . .. sapatinhos chico!
- €250 Cheque, Garrafa de wisky, caixa de charutos . . . Por volta das 16 horasarrancamos de lá e vamos para o ISLA.
A partir dai, já não posso contar mais . . .

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A Estreia….

8 Setembro 2004

Torna-se dificil recordar pormenores de primeira actuação da Tunilingus, mas como todos os bons momentos, relembram-se para sempre.
Decorriam as tão afamadas Isliadas de 1997, desta vez organizadas pelo Isla do Porto mas a terem lugar na Póvoa de Varzim. Em todas as Isliadas contamos com uma noite dedicada “à prática do instrumento” com o encontro de tunas dos Islas deste país, ao qual tinhamos sentido, nos últimos anos, a falta de presença de uma tuna do Isla de Lisboa.
Mas era no CineTeatro da Póvoa de Varzim que íamos deixar o marco da nossa primeira actuação, envolvido por um ambiente de algum nervosismo mas de muita alegria desde a nossa saída de Lisboa. Foi uma viagem muito atribulada mas divertida, com paragem em todas as estações e apeadeiros da A1 para aquecimento das gargantas…. entre músicas e alguns copos, lá fomos chegando à Póvoa. Após o check-in no Hotel Vermar e com a aproximação do jantar, íamos sentindo o tão famoso “nó na garganta” a aumentar e tentando combater com o famoso líquido que o nosso Deus, Baco, nos disponibilizou.
Havia chegado a hora de nos encaminharmos para o centro da cidade, que entre cantorias e conversas nos deparamos com uma rua cheia de gente em frente a um edíficio, que por espanto nosso, seria o local onde iriamos actuar. Era mesmo muita gente. Já dentro do Cineteatro era hora de saber qual a nossa vez de actuar – eramos os terceiros, e como é lógico nestas situações, começou a asafama de querer ter os instrumentos e vozes afinados. Para as vozes houve alguém que teve a excelente ideia de beber uns whiskies para tirar aquela rouquidão de um dia beber e a cantar. Deparamo-nos com mais um problema – bebemos whiskies a mais.
Chamada para palco…. era momento tão esperado – a nossa primeira actuação. Falando na minha pessoa, nunca fiquei sóbrio com tanta rapidez como naquele momento. Primeira vez em cima de um palco com quase 600 pessoas de olhos postos na nossa prestação – sentimos uma enorme responsabilidade em não falhar, principalmente, pelo trabalho que tinhamos feito na preparação deste momento. Eramos 13, belo número para aumentar o nervosismo a quem é supersticioso. Íniciamos com a Santa Barbara que correu bem, servindo para acalmar um pouco os nervos ao ouvir os enormes aplausos, principalmente dos nossos fãs alfacinhas que tanto esperaram para ver a Tunilingus em palco. Seguimos com os Niegros, Noites de Ronda, Sapatinhos Chico e Mamã Natureza e acabando com o Vinho, o nosso exlibris daquele ano. Terminada a actuação entre muitos aplausos e piropos lá fomos saindo de palco à excepção do Pedro Bandolas que ficara sozinho a cantar a “Mãe, minha Mãe, tão velhinha”… que nos fez voltar para o rebocarmos para fora do palco – parece que ele gostou muito da experiência.
Acabada a actuação, foi hora de muita euforia e cantoria…. tinha sido uma experiência única na vida de um tunante. O estado de espirito dos tunos estava ao rubro fazendo uma festa tremenda no lobby do Cineteatro. Foi lindo ver a Tunilingus não conseguir parar de tocar, principalmente o Rasta que conseguiu soltar a corda do baixo acútisco emprestado pela tuna de Bragança antes de eles entrarem para palco… acho que não ficaram muito contentes connosco.
A noite era nossa… foi uma excelente estreia para a Tunilingus, tendo a certeza que era este o espirito que queriamos, acreditando na nossa Tuna e no seu futuro.