Crónica casamento do Pedro 18 Junho 2005
- o dia começou muito antes num almoço no Cacém, mas essa crónica tem que ser feita por outro . . .
- Por volta das 19:30 foi combinado o local de encontro em Sintra junto do largo da Piriquita, para depois seguirmos todos juntos para o local do casamento.
- por volta das 20 horas lá começou a chegar a caravana do almoço do Cacém, abraços, atrasos, uns travesseiros na Piriquita . . . parece que o Magister está a ficar com dores de costas e que o Valter está um bocadinho alegre!
- “alguém sabe onde fica a quinta do Casamento?” . . . “Parece que não!” . . .
- Finalmente o Pedro telefona e fornece, mais uma vez as coordenadas para lá chegarmos, parece que é desta vez . . . por volta das 20:30 lá seguimos em caravana extremamente ruidosa pelas ruas de Sintra.
- Chegados à quinta fomos recebidos pelo noivo, agora já um homem casado novo membro da “irmandade do anel”.
- Ultima afinação de instrumentos, acertar os pormenores da actuação e lá vamos nós . . . mas ao entrar somos “barrados” por um individuo baixinho com aspecto dúvidoso que nos queria dizer algo . . . as bocas do pessoal começam a surgir e o dito indivíduo começa a responder a todas . . isto parecia não dar em nada quando finalmente ele diz o que nos queira dizer . . . queria pedir desculpa pela intenção de nos barrar a entrada pois não sabia quem nós eramos, mas o insólito é que ele nem chegou a barrarnos a entrada, pois tinha falado com o Pedro e já sabia por isso ele pedio-nos desculpa por algo que não chegou a fazer!!!!
- Entramos com os convidados do Pedro muito surpreendidos, felicitamos a noiva, agora esposa do Pedro e formamos para actuar, tanto o Magister como o Valter são colocados na 2ª fila para minimizar os estragos . . .
- O Pedro fez a apresentação e juntou-se a nós para a actuação: Águas do Dão, Perdidamente (dedicada à Marta pelo Pedro), Sala 96 (com direito a ruidosa ovação do pessoal que andou no ISLA), Rosas no Céu (dedicada à mãe e sogra do Pedro), Tostãozinho e De Porta em Porta.
- A actuação acabou por correr normalmente, apesar da pouca convicção das vozes e alguns desacertos musicais. Algumas atitudes eram excusadas, mas devem ter sido provocadas pelas dores de costas e euforia de ver tanta gaja . . .
- A festa continuou, com muita musica, comes e bebes . . . a dor de costas do Magister agrava-se a olhos vistos.
- Pequeno diálogo entre o Magister e a avó do Pedro:
Avó – “Sabe eu tenho 73 anos . . .”
Magister – “73 anos? dáva-lhe mais . . .”
- O Magister passa pela pista de dança com a mãe e a avó do Pedro e pisca o olho (tipo já me safei) ao Magno e ao Mauro . . .
- Lá continuamos a beber, comer, dançar, cantar . . . e com dores de costas!
- A dada altura o Magister teve necessidade de se apoiar numas arvores que estavam perto, mas para azar as ditas arvores estavam em vasos e claro foi tudo parar ao chão . . .
- O Matu a dada altura surge com uma dor nas costas, foi risada geral e castigo por parte do Magister, a imitação estava excelente e tinha o espirito do corcunda de Noter Dame.
- Lembram-se do individuo que nos pediu desculpa pelo que não fez? pois é lá voltou ele à carga a falar com o Magister sobre a dor de costas, excerto do pequeno diálogo, agradecimentos ao Alex:
Individuo – “Combinámos ao princípio que iríamos juntos até ao fim da festa”
Magister – “sim”
Individuo – “mas está-se a portal mal”
Magister – “hã”
Individuo – “esteve ali agarrado à flor”
Magister – “mas quem?”
Individuo – “O senhor”
Magister – “mas quem?”
Individuo – “O senhor está a portar-se mal . . .”
Magister – “mas quem?”
Individuo – “O senhor”
Magister – “vamos lá falar com esse senhor . . .”
Individuo – “Mas é o Senhor”
Magister – “mas qual senhor?”
Individuo – “O senhor”
Magister – “qual deles?”
Magister – “Ó Alex vamos lá falar com esse senhor, mas quem é que ele pensa que é . . .”
Individuo – “Mas é o Senhor”
Magister – “mas qual senhor?”
Individuo – “você”
Magister – “eeeeeuuuuuuu?!?!?!??!?! (com a mão na cintura tipo varina, mas todo torcido)”
Individuo – “não me faça de parvo…”
- E assim continuo a noite, com mais um motivo de interesse . . . A perna que estava à mostra na mesa do lado, pois é parece que uma convidada estava muito cansada das pernas e resolveu colocar uma na cadeira onde estava sentada, levantando o vestido e mostrando toda a firmeza da dita perna e não só . .. o pessoal agradece, pois depois de em dia longo nada como uma bela perna para levantar os animos. O que tornou a tuna mais unida que nunca!
- Por volta da meia-noite tivemos que nos ir embora, pois não podiamos fazer mais barulho, um grande abraço ao Pedro e um beijo à Marta, boa viagem e até à volta.

