Para o ultimo jantar deste ano tunante poucos responderam à chamada, fomos apenas 8 mais o Matu que apareceu no final do jantar após um exame.
O jantar estava combinado para as 20 horas os primeiros a chegar ao restaurante da Rosa foram o Mauro e o Magno às . . . 20:20. O resto do pessoal chegou passados 10/15 minutos, tinham estado na AAISLA a retirar as coisas da tuna por causa da mudança.
Os resistentes:
- Zé “El Magister que já está melhor das costas”
- Magalhães “El Magno Tuno perito em mudas de fraldas e preparar biberões em menos de 1 minuto”
- Mauro “El porra que não consegui ir trocar de roupa e agora tenho um cavaquinho que faz ainda mais barulho”
- Pedro “El director musical”
- Caneças “El foge da maca que o gajo é estagiário”
- IMA “El Torero”
- Chico “Ponta de lança tranferdo para o Bolonha”
- Paulo “The Rock, o unico caloiro a aparecer, o homem da voz megafone”
O jantar começou com uma vontade enorme de bitoques os quais foram logo substituidos pelos “pratos do dia” por “conselho” da cozinheira: perna de peru no forno e entrecosto no forno.
Instrumentos para fora . . . dos sacos e capas, afinar e começamos as “hostilidades”, muita musica, muita canção, muita conversa.
Falou-se um pouco de tudo, este ano que passou, o próximo ano, as musicas que gostavamos de tocar, etc . . .
Assuntos que marcaram o jantar:
- A dor de costas do Magister no casamento do Pedro
- O recuperação do IMA
- A transferencia do Chico para Bolonha
- As 30 musicas que o Caneças quer que a Tuna toque
- O “refinado” som do novo cavaquinho do Mauro
- O caso da Alhambra desaparecida
Foi pena a fraca aderência ao jantar, mas foi de facto um jantar para recordar. Eram poucos mas bons e faziam barulho
Ficou lançado o desaifo pelo magister de se instituir a realização de um jantar deste tipo todos ou meses, ou então pelo menos com mais frequência . . . ao que todos os presentes concordaram, claro!
